Quem é a Mistress Sandra?
A Mistress Sandra não é uma personagem.
Sou a Mistress Sandra. Dominatrix, empreendedora e criadora do Playroom BSB. Mas seria um tanto limitado me definir apenas pelo que faço dentro de uma masmorra.
Sou formada em Engenharia Civil e Comunicação Social. Duas áreas aparentemente distantes, mas que dizem muito sobre mim: gosto de entender como as coisas funcionam, descobrir como poderiam funcionar melhor e, quando necessário, inventar algo completamente diferente. Construir, desconstruir, transformar. E criar boas histórias pelo caminho.
Sou a subversiva e o arrimo da família. A loba e a ovelha. Uma loucura de mulher!
Curiosa por natureza, gosto de viajar, aprender, experimentar, fazer perguntas e me aventurar por assuntos que nem sempre aparecem nas conversas cotidianas. Tenho interesses diversos, projetos demais para o tempo disponível e uma tendência quase inconveniente de mergulhar de cabeça naquilo que desperta minha atenção. Já o que ou quem acho tedioso...
Gosto de arte, teatro, tecnologia e boas conversas, sobretudo com pessoas interessantes. Respostas prontas não me impressionam. Moralismos, menos ainda. E essa ideia de que existe uma maneira correta de viver ou amar? Não é para mim.
A Dominação é uma das maneiras pelas quais exploro minha curiosidade pelo comportamento humano. Fascinam-me as contradições, os desejos que nem sempre combinam com aquilo que mostramos ao mundo, as relações entre poder, prazer e vulnerabilidade. Gosto de observar o que acontece quando alguém se sente livre o suficiente para abandonar, ainda que por algumas horas, o papel que costuma desempenhar no cotidiano. Às vezes, é quando deixamos de representar que revelamos nossas partes mais interessantes.
Minha forma de Dominar combina firmeza, criatividade, cuidado e, quase sempre, bom humor. Foi da mistura de curiosidade, desejo e vontade de fazer acontecer que nasceu o Playroom BSB. Eu queria mais do que uma masmorra equipada. Queria criar um lugar onde as pessoas pudessem explorar suas fantasias, aprender, trocar experiências e encontrar outras pessoas com interesses pouco convencionais, sem precisar justificar o que desejam.
Hoje, além das sessões privadas, organizo festas, encontros e atividades educativas. Gosto de ver a casa cheia, as pessoas se descobrindo, o conhecimento circulando e o preconceito perdendo espaço. Acredito que o BDSM merece ser vivido e discutido com mais conhecimento, menos julgamento e muito mais liberdade.
A Mistress Sandra não é uma personagem que inventei para expressar uma parte escondida de mim. Sou eu mesma. Apenas sem as limitações que encontro em outras circunstâncias da vida.
